Por que contratar um cuidador durante a internação hospitalar?

 

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A parcela da população com idade acima de 60 anos é a que mais cresce em nosso país. Segundo dados demográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os idosos representavam 7,3% da população em 1991. Esse número cresceu 17% em uma década, chegando a 8,6% da população no censo 2000, num total de 14,5 milhões pessoas.

Estima-se um crescimento ainda maior desse grupo etário nos próximos anos, devendo atingir 13% da população em 2020, ou seja, cerca de 30 milhões de habitantes. Com essa tendência, torna-se evidente que cada vez mais recursos serão necessários para os cuidados de pacientes idosos.

Em relação a internações hospitalares, sabemos que as mesmas representam uma situação frequentemente necessária para o tratamento de doenças agudas ou descompensadas, cirurgias ou até mesmo para realização de procedimentos diagnósticos invasivos.

No entanto, a hospitalização é um evento de risco para idosos, cerca de 30% dos indivíduos internados adquirem novas dependências após estadia hospitalar.

Este declínio funcional (dificuldade ou perda da capacidade de realizar sozinho atividades como: tomar banho, vestir-se, usar o banheiro, levantar da cama ou cadeira, caminhar) está associado à piora da qualidade de vida e à mudanças na rotina do indivíduo e de seus familiares.

O cuidador profissional pode auxiliar o paciente e seus familiares no combate ao declínio funcional, garantindo assim maior independência ao idoso.

Quais os serviços prestados pelo cuidador profissional durante a internação?

 

 

Enumeramos algumas tarefas que fazem parte da rotina dos nossos cuidadores durante uma internação hospitalar para que você conheça um pouco mais do trabalho desenvolvido pela VR MedCare:

• Atuar como um elo entre a pessoa cuidada, a família e a equipe de saúde;

• Escutar, estar atento e ser solidário com a pessoa cuidada;

• Ajudar nos cuidados de higiene;

• Estimular e ajudar na alimentação;

• Ajudar na locomoção e durante sessões de fisioterapia;

• Realizar mudanças de posição na cama e na cadeira, além de massagens de conforto;

• Comunicar à equipe médica sobre mudanças no estado de saúde da pessoa cuidada;

• Solicitar avaliação urgente nos casos de intercorrências junto à equipe assistente do hospital;

• Outras ações que se fizerem necessárias para a melhoria da qualidade de vida e da recuperação da saúde do idoso, desde que acordadas previamente com a família e com a equipe de saúde que acompanha o paciente.